Caí, e fiquei a olhar.
Tentando pontuar, a procissão de obedientes detentores do paradigma que definiram sem cuidados. No molde onde se inseriram, formada é a lógica de separação do que deve, com base no modo, no quem protocolar.
Dobro-me, e choro.
É um choro quase bonito, vergado sobre os álbuns, todo o espólio através do baço plástico. O desuso acolhe-me, feto que tem lugar, de vagas memórias complacente. Um metafísico fim de tarde, despedindo-se.
Volto a concentrar-me na atmosfera, e reconheço a gente que está a caminhar ao meu lado, espalhada como um perfume impreciso, nos corredores suburbanos (pois deslocações). O perfume que emana é a simplícia inferência de um método, uma absorta fixação pelo enfático, e o desconhecimento que há nisso.
Transeunte adverso, inalo espaçadamente, soluçando ainda. Cedo me corroboro de um desterro da presença, por entre angústias e fonemas, sempre pouco e além.
Haverá esperança?